sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
domingo, 22 de dezembro de 2019
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
OS MAIORES
OS MAIORES

A maior conquista é abnegação.
O maior valor é autodomínio.
A maior qualidade é procurar servir aos outros.
O maior preceito é a conscientização contínua.
O melhor remédio é o vazio de tudo.
A maior ação não é conforme com as formas mundos.
A maior mágica é transmutar as paixões.
A maior generosidade é o não-apego.
A maior bondade é uma mente pacífica.
O maior paciência é a humildade.
O maior esforço não está preocupado com os resultados.
O maior meditação é uma mente que deixa estar.
A maior sabedoria é ver através das aparências .
ATISHA(982-1054)
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
POEMA DE EUCLIDES DA CUNHA
(Euclides, por Portinari)
Se acaso uma alma se fotografasse
Euclides da Cunha (1866-1909)
(DO BLOG DO ZEMARIA PINTO)
Se acaso uma alma se fotografasse
De modo que nos mesmos negativos
A mesma luz pusesse em traços vivos
O nosso coração e a nossa face;
E os nossos ideais, e os mais cativos
De nossos sonhos... Se a emoção que nasce
Em nós, também nas chapas se gravasse
Mesmo em ligeiros traços fugitivos.
Poeta! tu terias com certeza
A mais completa e insólita surpresa
Notando, deste grupo bem no meio,
Que o mais belo, o mais forte e o mais ardente
Destes sujeitos, é precisamente
O mais triste, o mais pálido e o mais feio...
[Manaus, 2 de fevereiro de 1905]
(Este poema foi escrito sobre uma fotografia, onde Euclides posa com o grupo de trabalho que iria explorar o rio Javari. O poema tem pelo menos quatro versões, com sutis variantes. Escolhemos a que foi remetida a Rodrigo Octavio, diretor da revista Renascença, que o publicou, juntamente com a foto, em 1906.)
Se acaso uma alma se fotografasse
Euclides da Cunha (1866-1909)
(DO BLOG DO ZEMARIA PINTO)
Se acaso uma alma se fotografasse
De modo que nos mesmos negativos
A mesma luz pusesse em traços vivos
O nosso coração e a nossa face;
E os nossos ideais, e os mais cativos
De nossos sonhos... Se a emoção que nasce
Em nós, também nas chapas se gravasse
Mesmo em ligeiros traços fugitivos.
Poeta! tu terias com certeza
A mais completa e insólita surpresa
Notando, deste grupo bem no meio,
Que o mais belo, o mais forte e o mais ardente
Destes sujeitos, é precisamente
O mais triste, o mais pálido e o mais feio...
[Manaus, 2 de fevereiro de 1905]
(Este poema foi escrito sobre uma fotografia, onde Euclides posa com o grupo de trabalho que iria explorar o rio Javari. O poema tem pelo menos quatro versões, com sutis variantes. Escolhemos a que foi remetida a Rodrigo Octavio, diretor da revista Renascença, que o publicou, juntamente com a foto, em 1906.)
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terça-feira, 20 de agosto de 2019
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